segunda-feira, 12 de maio de 2008

Noitão HSBC Belas Artes


O Noitão HSBC Belas Artes deste mês de maio rolou no dia 09 e teve como tema "o lado oculto da fama". Os filmes que marcaram presença na madrugada de sexta-feira foram:


Control - Control (EUA/2007)


O filme dirigido pelo fotógrafo holandês Anton Corbijn conta a história de Ian Curtis, líder da banda inglesa Joy Division formada no fim da década de 70, que se enforcou aos 23 anos de idade (em maio de 1980). Sam Riley, vocalista da banda indie 10.000 Things, é o ator que interpreta Ian. Esse filme ao contrario de "Last Days" (EUA/2005) do Diretor Gus Van Sant que conta a vida rocker de Curt Cobain, Control busca uma outra forma de ressurgir das cinzas a mitologia do rock. Concentra-se muito mais no sofrimento e na vida sombria de Ian, o que fez com que o filme criasse grande expectativa ao telespectador durante todo o filme. Um dos melhores filmes que já vi. Apropósito, ótima trilha sonora.


Branca de Neve Depois do Casamento - Blanche-Neige, la Suite (Inglaterra, Bélgica, França, Polônia/2007)


O longa é uma seqüência debochada de Branca de Neve e os Sete Anões. A história conta uma segunda versão do que supostamente pode ter acontecido após o casamento de Branca de Neve e o Príncipe Encantado. Outras futuras esposas do príncipe, como a Bela Adormecida e Cinderela também participam da animação. Mas em minha opinião é um desenho pra quem está na puberdade. Cheio de anões sacanas, com fadas velhas safadas e jovens taradas brigando por garotinhos riquinhos. No início confesso que até soltei algumas risadas, mas depois de um tempo, tornou-se enjoativo, me deixando completamente sonolenta. Mas pra quem gosta de satira, piadas incorretas e desenho animado, eu indico.




Deuses e Monstros - Gods and Monsters (EUA/1998)

Dirigido por Bill Condon, Deuses e Monstros conta os últimos dias de vida de James Whale (Ian McKellen), diretor que atingiu a fama ao dirigir Frankenstein, mas que infelizmente encerrou sua vida esquecido pela indústria cinematográfica, se tornando um recluso pintor a certa altura da vida. Filme forte ao olhar de alguns, mostra o lado homossexual, excêntrico e arrogante de Whale um pouco antes de se suicidar em sua própria piscina (1957). Ao meu olhar, o filme é um tanto chocante, cheio de cenas tocantes e exuberantes e com um final totalmente comovente.


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